20091115

sonhos de uma noite de primavera (Feat. Green Day)

Creio que eu seja uma pessoa um tanto quanto anormal para vir escrever neste blog às CINCO E CINQUENTA E NOVE da manhã. Mas eu fui acordada pelo meu ilustre namorado, e estou com uma coisa - aliás, um sonho e umas besteiras - na cabeça, e preciso urgentemente compartilhar.

Há aproximadamente um mês, eu tenho escutado o 21st Century Breakdown do Green Day mais "afundo". Antes eu trabalhava e só ouvia as músiquinhas bombantes na mídia (21 Guns, Know the Enemy, e afins). E mais agora que eu comecei a ouvir REALMENTE as músicas do CD (tanto que, quem me conhece, sabe que East Jesus Nowhere já virou meu toque de celular e presença GARANTIDA na minha playlist. Tipos viciei).

Desde o lançamento do American Idiot que eu não tenho sonhos com o Green Day - sonho que era muito babaca, por sinal. Eu era tipos AMIGA INTÍMA do Billie Joe e eu meio que o trouxe pro Brasil pra conhecer a "minha terra". Uma coisa meio Jesus Luz e Madonna, só que o inverso... whatever. O outro sonho foi há poucas semanas, quando eu sonhei que era uma jornalista TIPOS Zeca Camargo e estava entrevistando o Green Day. Eu também não costumo lembrar muito meus sonhos. Lembro de um, dois e olhe lá (tem um sonho que eu e minha amiga sonhamos IGUAL e esse eu lembro também) (quer dizer, lembrar eu lembro. Só não sei se era verdade dela em dizer "Cara, sonhei a mesma coisa tua acredita?" depois que eu contei meu sonho), porque minha memória é mega ruim - para sonhos. O sonho de hoje eu não sei se, assim que eu voltar pra cama, dormir uma soneca e acordar meio-dia, eu vou lembrar. Por isso esse nhé-nhé-nhé todo aqui.

O sonho de hoje foi assim: Era um hotel. Nele estavam hospedados Billie Joe (lindo, fofuxo e estranhamente phyno com cabelo louro) (lembro que, nos sonho, comentei sobre a coisa ME-DO-NHA que aquele cabelo estava), Mike Dirnt (com a cara de 'hey, wtf?' de sempre), Tré Cool (com a face de 'no man can eat fifty eggs') e o Jason White. Ah, e eu: fã-tiete-super-amiga-da-banda. Eles fariam (ou fizeram, não foi especificado exatamente isso no sonho) um show no Brasil e era tipos uma continuação do sonho dá época American Idiot. Eu levei os quatro para conhecer FLORIANÓPOLIS e nós andamos na PONTE HERCÍLIO LUZ - que tinha voltado ao normal depois da palhaçalhada toda de "restauração" e mimimi (nota-se como meus sonhos são problemáticos) (lembro que eu contei isso pra eles no sonho e eles sicagaram de medo, tipos uma ponte de ferro NO MAR que tinha acabado de ser "restaurada" HAHAHAHA. Ok voltando ao sonho).

Nós conhecemos todos os lugares BOM-BAN-TES de Floripa. Voltamos para o hotel e eu fui lutar KARATÊ com o Billie Joe. WTF? Karatê? Porque DIABOS entrou um Billie Joe e um Mike Dirnt vestidos com kimono no meu sonho? E porque eu fiquei lutando com eles, dando VÁRIOS mortais num tatame? Ok.

Fomos para uma baladinha IXPÉRTA e voltamos para o tal hotel. O hotel era um quarto só, porém mega gigante (o hotel era um "apê" que, eu me lembre, SEMPRE está nos meus sonhos. Minha verba pra sonhos deve tão minúscula que eu só tenho direito a um cenário e saídas por Floripa). Tinha várias camas e todos foram dormir. Sabe quando o sonho passa para "outra cena" tipos filme? A gente foi dormir e no outro dia eu estava abraçada com o TRÉ COOL no maior xodó. WTF? [2] O que era aquilo? É, eu peguei o Tré Cool no sonho (amor,
relaxa. foi SÓ no sonho). Eu jamais pegaria o Tré Cool em sã consiência. Prefiro duzentas mil vezes o BJ.
É isso que me desanima nos meus sonhos. Os sonhos são MEUS, correto? Eles deveriam expor as MINHAS vontades íntimas e reprimidas para me deixar feliz. Porque eu não peguei o Billie Joe então? A Adrienne nem tava, cara! HAHAHAHA

Ah, esqueci do PRINCIPAL: o porteiro-motorista-severino do tal hotel era ninguém menos que o Lúcio Mauro!

Aqui fica um pedido pro cara que escreve os meus sonhos (?): Quando for escrever o próximo, veja o que eu gosto primeiro. E não coloquem mais coisas tão absurdas. Grata.

PS: Mas vocês já ouviram East Jesus Nowhere? É tão legal! *olhos brilhando*
PS2: Nada contra o Tré Cool, gente. Mas eu fiquei MUITO decepcionada em sonhar, sonhar e sonhar e acabar pegando uma pessoa que vestido de mulher fica desse jeito:

- Hey!

20091026

querer [não] é poder

Tudo que eu queria era sentar debaixo de um guarda-sol e curtir um dia lendo um livro;
Tudo que eu queria era cantar loucamente pela casa, comemorando alguma coisa que nem eu sei direito o que é;
Tudo que eu queria era poder comer quilos de sorvete no pote, vendo um filme romântico sem engordar e/ou parecer uma retardada;
Tudo que eu queria era tirar as fotos mais lindas do mundo e montar um álbum para mostrar para meus filhos/netos;
Tudo que eu queria era que todos abandonassem as redes sociais e voltassem a enviar cartas escritas à mão via correio;
Tudo que eu queria era acordar com o cabelo liso todos os dias;
Tudo que eu queria era uma piscina em casa nos dias de calor;
Tudo que eu queria era que minha infância voltasse para eu poder brincar sem me preocupar com mais nada;
Tudo que eu queria era que todos soubessem que minha cidade é a mais linda do mundo;
Tudo que eu queria era que tivesse mais dias de chuvas, mas sem alagar todo meu estado;
Tudo que eu queria era ter uma estante gigante com livros para eu ler pro resto da vida;
Tudo que eu queria era que minha caixa d'água fosse composta por batida de maracuja.

É... desesjos [quase] impossíveis, eu diria.

20091023

o caso do onibus, fones e musicas insuportáveis

Já se passava das quatro da tarde. Tudo o que eu queria era - após ficar de pé por seis horas seguidas - entrar num ônibus e voltar para o meu humilde lar.
Sair correndo, desesperadamente, para pegar o ônibus já havia se tornado minha especialidade. Às vezes não chegava a tempo, porém isso era apenas um detalhe.

O motorista, um pouco metido a engraçadinho, cismava em parar o "pequeno" veículo um pouco mais longe de onde eu estava e, quando eu entrava, ele sorria com deboche. Entreguei a passagem ao cobrador e sentei na poltrona - não tão confortável, mas dava pro gasto. Estava maravilhoso, eu ali sentada, esperando chegar minha casa.

O ônibus é um lugar que tem um sonífero natural. Cada viagem - por menor que seja - faz você ter os melhores sonos, aqueles impossíveis de se ter em uma noite. Eu me sinto assim, quer dizer, me sentiria se não fosse um garoto ouvindo uma música sem os fones de ouvido. Parando para pensar, um fone - na realidade dois, um para cada ouvido - não é absurdamente caro - pelo contrário, você acha uns baratíssimos se for procurar bem. E eu também não tenho nada contra quem gosta de escutar suas músicas pela cidade afora. Mas é bom curtir a "trilha sonora" poupando os tímpanos de pessoas que não pertencem ao mesmo universo musical.

No fim das contas, aquela música grudou feito chiclete na minha cabeça e meu sono evaporou-se instantaneamente. Simples assim.

20091010

Vire ploqueiro você também!

Nessa semana, recebo um envelope aqui em casa.
Como eu QUASE não gosto de receber cartas, pacotes e envelopes recheados de alguma coisa, voei para saber o que era.

O pacote era recheado com um brinquedinho um tanto quanto peculiar. Um retângulo com umas bolinhas semelhantes ao plástico bolha. Lógico que eu falo do Ploc-ploc!

Já aviso à todos: ele é altamente viciante. No começo você dá umas apertadinhas aqui, larga ele de canto, dá mais umas apertadinhas e, quando nota, está andando com ele para cima e para baixo.
A cada 100 "plocadas" o ploc-ploc emite um som diferente. O melhor foi quando minha mãe estava brincando, o ploc-ploc soltou m gritão e ela APAVOROU! :)

Se você achou o ploc ploc legal, e quer virar um Ploqueiro, você pode adquirir o seu no site do Ploc-ploc. Ah, e lá tem uma rede de ploqueiros com lotação máxima de 20.000. Então corra e garanta seu lugar!

Bjs

PS: Tô ausente por aqui, né? :(

20091007

querido diário...

Poderia kibar o Emerson Gasperin e fazer uns 10 motivos para eu não atualizar o blog. Mas eu os superei e estou aqui, sem emprego, sem dinheiro e com todo tempo do mundo pra falar tudo que está acontecendo - ou aconteceu - comigo nesses últimos dias.

Começo contando da minha demissão. É, me demiti. acho que o banco não é o lugar ideal para eu trabalhar. Meu instinto jornalista falava mais alto e minha vontade de sair por aí entrevistando deus e o mundo aumetnava a cada dia. Ok, não foi por isso que eu saí, mas deu de enganar vocês, né?
Minha cabeça está tal qual um vulcão em erupção. Só que ocupando o lugar da lava quente e nojenta estão minhas ideias (agora sem acento, né?) doidas e mirabolantes. Pretendo colocá-las em prática pelo menos nos três anos que seguem (logo aí!).

O legal é que minha revolta do mundo aumenta a cada segundo e a vontade de cantar aquela música grude da Lily Allen pra cada babaca que me aparece é quase incontrolável (fuck you, fuck you very very muuuuuch...).

Estou com um TI para fazer, minhas notas para aumentar e falta de tempo para fazer gororobas na cozinha e postar no Chega de Miojo. Hoje, graças ao TI, entrevistei um cara muitcholoco. Um peruano - que passou por vários cantos da América do Sul, digamos assim - que vende uns artesanatos bem bacanas na Felipe Schmidt. Tudo bem que a entrevista me custou uma pulseirinha, mas valeu a pena, ficou show de bola.

Acho que é isso. No mais estou bem. Coração batendo, pressão normal. A única coisa que me incomoda é uma - maldita - gripe e dor de garganta que vem me visitar a cada 15 dias.
Prometo que os posts vão aumetar aqui relativamente com a frequencia que eu limpo o meu piercing (ou não). Se eu sumir, me achem no twitter. Lá eu garanto que estou.

Bjsnapontadonariz

PS: Deu uma entrevista para a TVBV sobre o Chega de Miojo. Quando subirem o video no iutúbiu eu jogo pra cá! :)
PS2: Arrisquei um sushizão esse fim de semana. Vejam como ficou bonitinho clicando aqui.

20090916

pizza de ouro

O fato ocorreu no último domingo. Até poderia ter voado para o computador e ter escrito um mega texto - pois inspiração eu tinha de SOBRA - mas a raiva tomou conta de mim e eu fui mesmo é para minha cama.

A história começa com uma fome. Sim, uma vontade imensa de comer alguma coisa boa, uma pizza, talvez. Fui "premiada" pelo meu serviço com um vale refeição. Um benefício merecido para cada dia de serviço. Não uso elev para almoçar diáriamente, portanto me divirto usando-o comprando cosias gostosas em restaurante que, certamente, eu não gastaria meu "suado dinheirinho".

Entre uma lista vasta de pizzarias, achei uma única delivery e que aceitava meu cartão. Pensei: "Ok, vai essa mesmo!". Minha mãe ligou para lá, pedindo a tal pizza - escolhida com democracia por todos os "famintos" da casa. A conversa foi mais ou menos assim:

Minha mãe: Oi, boa noite. Podes me informar o preço da pizza gigante?
Atendente: Trinta e dois reais.
M: Ok. Vou querer uma gigante. Metade palmito, metade portuguesa.
A: Palmito é um sabor especial e acrescenta um pouquinho.
M: Quanto?
A: Fica trinta e seis reais, senhora.
*Minha mãe fala comigo, para ver se eu "aprovava" a compra da pizza.

Com a absoluta certeza, eu achei um absurdo o preço dessa pizza. Afinal, a caixinha era feita de ouro? (Pergunta que tinha vontade de fazer para o entregador, mas que foi subtamente proibida por minha mãe).
Falei para minha mãe pedir uma grande, já que a gigante SEMPRE sobra na geladeira. A conversa continuou assim:

M: Vou querer uma grande. Podes me informar o preço da doce? O menos tamanho que vocês tiverem ai.
A: A menor é a média e custa vinte e quatro reais.

Mas como? VINTE E QUATRO REAIS POR UMA MICRO PIZZA DE CHOCOLATE? "Não mãe. Fico só com a salgada mesmo. Manda vir".
Depois de uma imensa briga com minha mãe, por ela querer comprar a pizza doce, entramos num acordo: eu pagava a salgada no cartão e ela, a doce com dinheiro.

A: O total fica CINQUENTA E NOVE REAIS.
M: A doce é separada da salgada e o troco para cinquenta reais, ok? A salgada vai ser paga no cartão.

Depois de esperar pela pizza mais cara da minha vida - e ficar reclamando a noite toda pelo preço da mesma - ela chega. Vou buscar e...

Entregador: Puuuuuuuuuutz, nõ me mandaram a maquininha.
Eu: O que? Como assim?
Entregador: Não me deram a maquininha do cartão.
(Obviamente eu tinah entendido o que ele falou, mas não queria acreditar).
Minha mãe: Deixa, eu pago com dinheiro.
(Minha vontade era fazer barraco. Porém o entregador não tinha culpa e toda minha família estava com fome).
Entregador: Mandaram troco pra SESSENTA REAIS, certo?
Minha mãe: É. *entrega o dinheiro e pega o troco* Boa noite.

Enfim, desabafando aqui eu me sinto melhor. Nunca, JAMAIS, confie em pizzarias que entregam em casa prometendo maquininha de cartão. NEVER!

PS: Estou com um mega azar com grampeadores. Segunda machuquei meu dedo num granpo que estava num papel. Hoje, grampeei o dedo! (Y)
PS2: Preciso muito mais de 24h por dia. SÉRIO M-E-S-M-O!
PS3: Chega de miojo trocou de "casa". cliquem AQUI para ir pra "casa nova".

Beijos,
Ariana

20090905

recado rápido

Nada contra quem gosta de ouvir música pela cidade. Acho isso legal. EU faço isso. Mas vamos respeitar os coleguinhas né?
Essa semana fui ao centro de Floripa comprar um presente de aniversário para minha mãe. Depois de um longo dia de trabalho e de bater perna pelo centro, entro no ônibus e ouço uma música escandalosamente alta. Era um menino com um MP4 SEM FONES DE OUVIDOS.
Gente, uma coisa pequena, legal, baratinha. Vamos usar e poupar meus tímpanos de músicas que não pertencem ao meu "universo musical".

Grata.

PS: Estou ausente. Eu sei! :/
PS2: Desobri que minhas manias peculiares são, na realidade, TOC. Não todas, mas a de pisar em linhas, por exemplo, eu percebi que não é só o fato de pisar em linhas, mas um troço que tudo que acontece de um lado do meu corpo, tem que acontcer simétricamente no outro. Ok é TOC! ¬¬
PS3: Estourar plástico-bolha, frenéticamente, quando chega algo embalado em casa - e às vezes até brigar com o pessoal da casa pra ver quem estoura mais - pode ser considerado uma mania maluca também?

Bjs